
O Metallica nunca escondeu suas influencias, mais neste maravilhoso albúm, deixaram mais de lado bandas como o Black Sabbath, Thin Lizzy e NWOBH.
As faixas são uma continuidade do excelente albúm anterior Ride The Lightining. Começando com Baterry a primeira faixa que se inicia com arranjos de música espanhola para depois explodir num riff poderoderosíssimo. Depois seguindo com a faixa título e aquela sua entrada parando e depois com a parada no meio com a voz de James se distorcendo e sumindo, seguido por um solo lento e intorpecente de Kirk. E com a volta do refrão seguido de James gritando "fix-me"(fixe em min) e um solo acelerado e poderoso.
The Thing The Sholud Not Be mostra que o Trash não é composto só de velocidade. O baixo de Cliff Burton (que morreu após o lançamento do albúm) e o riff na base do solo e no final da música são demais. Welcome Home (Sanitarium) narra a história de um paciente com problemas mentais e prova que o Metallica é uma banda de Trash Metal capaz de fazer músicas lentas e nem por isso menos brutais. Leper Messiah tem como destaque o Groove. A instrumental Orion é um clássico. Com seus 8: 28 se torna uma obra-prima. Com sua introdução com a bateria crescendo e fazendo uma virada curta para a entrada de um riff matador. Cliff Burton mostra sua habilidade de maneira triunfal e encerra sua carreira tanto tragicamente como maravilhosamente.
Enfim falar bem de Master Of Puppets é chover no molhado. Segundo Ozzy Osbourne, Master Of Puppets é o que se fez de melhor na história do Heavy Metal. E isso só prova o quanto o albúm é excelente. Melhor albúm de Metal, Reign In Blood do Slayer, é ótimo, mais ainda prefiro Master Of Puppets.

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